Coração observador Da janela da mansão do meu pobre coração Vejo muralhas humanas: Brancas, mulatas e africanas. Contemplo o que vivo, vivo o que nunca vivi E ao mesmo tempo sinto o que nunca senti. Valorizo a vida neste pequeno instante Pois para mim é muito gratificante. E quando o dia escurece, a noite cai… Os meus olhos entristecem com vontade de ver mais A bela sensação, a perfeita paz Que me motiva a viver, viver cada vez mais.